quinta-feira, 15 de outubro de 2009

CINEMA | BASTARDOS INGLÓRIOS


A idéia do post deste humilde e tenro blog politemático, sobre este lançamento de um dos diretores cinematográficos de maior destaque da atualidade, Quentin Tarantino, 46, com seu título "Bastardos Inglórios", é de fazer um tipo de analise da visão de um leigo e outro não tanto assim...

Breve sinopse, no primeiro ano da ocupação da França pela Alemanha, Shosanna Dreyfus testemunha a execução de sua família pelas mãos do coronel nazista Hans Landa (Waltz).

Shosanna escapa por pouco e parte para Paris, onde assume uma identidade falsa e se torna proprietária de um cinema.

Em outro lugar da Europa, o tenente Aldo Raine (Pitt) organiza um grupo de soldados americanos judeus para praticarem atos violentos de vingança. Posteriormente chamados pelo inimigo de “os Bastardos”, o esquadrão de Raine se une à atriz alemã Bridget von Hammersmark (Kruger) em uma missão para derrubar os líderes do Terceiro Reich. O destino conspira para que os caminhos de todos se cruzem em um cinema, onde Shosanna pretende colocar em prática seu próprio plano de vingança...

No ponto de vista do leigo (que sou), nas cadeiras da grande sala, existiu uma mensagem explicita e voraz de violência, com fortes cenas de sanguinolência, com uma pitada de um humor para olhos de mentes evoluídas de pessoas que tem, vamos dizer assim um parafuso a menos (ou a mais como na revista Piauí), com diálogos bem feitos, uma fotografia razoável, porém a duração de aproximadamente 2h50 acabam por deixar o lançamento um tanto quanto cansativos.

Para aqueles que desejam assistir Pitt, encarnado o tenente Aldo do Exército dos Bastardos, precisam despertar "olhos cults" para clássicos do cinema, ou até mesmo aos extremos trashs. Mas, como disse acima, apenas um ponto de vista leigo e trazendo referências, é, negativas. Abaixo, alguém que está iniciando na vida de um cri-crítico das telonas.


Por Maircon Gonçalves

Primeiro não gosto de toda a super hype sobre o Tarantino mas verdade seja dita tirando Kill Bill que é acho uma merda.
Ele é responsável por
Pulp Fiction e Cães de Aluguel é isso é um mérito que ninguém pode tirar dele.
Filmes que influenciam obras primas como Clube da Luta(meu filme favorito ever), Snach Porcos e Diamantes, Rock And Rolla entre outros.

Já sobre Bastardos Inglórios é uma homenagem a estética dos filmes da década 60 que tinha um clima mas vivo e uma forma de ambientação mas trabalhada.
Ele mescla isso com elementos atuais como as músicas e a violência poética.

Tem que ser levado também consideração que a maioria das pessoas infligidas pela violência eram cruéis assassinos nazistas.
A forma como Tarantino constrói os elementos e as diálogos são fantásticas. Como a cena do bar que um personagem que apresentado no começo da cena o soldado que tem um filho será peça fundamental no final da cena. O conversa do Coronel SS com o Fazendeiro que estava escondendo a família judia é uma aula de cinema. Vindo de um conversa informal com clímax totalmente tenso.
Sem contar a atuação de Brad Pitt que mais uma vez prova que não é somente mais um rosto em Hollywood mas sim um dos melhores atores dessa geração.
Por todos esses fatores unidos com o tom de deboche e comédia que circundam o filme.
Bastardos é um dos melhores filmes do ano saindo da mesmice que entrou a indústria cinematográfica onde só vemos filmes de heróis, refilmagens e comédias românticas mamão com açúcar.

Este filme é um algo na contra mão desse movimento totalmente original mostrando que o cinema tem que ser espelho de inovações e criatividade não somente um maquina pasteorizadora de cultura pop.

terça-feira, 22 de setembro de 2009

Periodicidade de um Blog

Gostaria de saber o porque (tudo junto sem acento, o "porque" razão) existem conceitos pré-existentes em tudo que nos submetemos a fazer ou praticar.

Formas moldadas pelo tempo, a maneira como devemos nos vestir, os comportamentos que devemos ter diante de determinadas pessoas para parecermos mais legais do que efetivamente somos, ou simplesmente permanecer na tentativa da demonstração de uma mera máscara do que realmente a pessoa x ou y representa para ela mesma...

Digo isso, pensando no que cada um de nós, acorda pela manhã, sonha, deseja, mas de fato esconde suas vontades intrínsecas, não externando mundo a fora os seus reais sentimentos, ponto de vista ou opinião sobre uma matéria específica, zelando pelo ego de uns e outros, que às vezes de tão sensível e insatisfeito, erigido por uma vida de regras e ditames impostos por uma sociedade medíocre e culturalmente pobre, não teria esta pré-disposição para esporadicamente ouvir a verdade.

Mas, se pararmos para pensar o que é a verdade... Bom, deixarei este lado oculto de minha mente para posts posteriores, e na "verdade" trouxe estas palavras, para saciar um pouco do "dever" e do caráter de continuidade existente nos blogs, ou até mesmo, seguindo um dos mandamentos dos blogueiros... enfim, apenas rabiscos de mais uma mente um tanto quanto "INQUIETA"...


quinta-feira, 16 de julho de 2009

Cinema | Tendências: o futuro é tridimensional

O futuro é tridimensional

Portal Exame
Os grandes estúdios de cinema investem na tecnologia 3D na esperança de encher os cinemas e vencer a concorrência com o entretenimento doméstico
China Photos
Exibição de filme 3D: salas com taxas de ocupação muito acima da média e ingressos mais caros
Por Luiza Dalmazo | 25.06.2009 | 00h01

Revista EXAME -

Com as irmãs e duas amigas, Rebeca Rosenblit Konig, de 12 anos, cantou no cinema as músicas que seus maiores ídolos, os Jonas Brothers, apresentaram no filme que estrelaram. "A gente tentava tocar neles e até esquecia que era filme", diz Rebeca. No trailer de Jonas Brothers 3D – O Show, exibido em junho deste ano, Joe, o irmão do meio, diz: "Este filme realmente faz você se sentir como se estivesse no palco conosco". Para Rebeca, ele tem razão. "Teve uma hora em que eu me senti na plateia VIP do show, de tão perto." Tanto realismo é possível porque o filme foi feito para dar a ilusão de três dimensões. Só neste ano, 30 filmes nesse formato estão previstos para ser lançados no mundo, cerca de três vezes mais do que no ano passado. Os filmes em 3D são a maior aposta da indústria para atrair o público de volta para as salas de cinema. Nos últimos anos, o setor vem enfrentando uma competição cada vez mais ferrenha pelo dinheiro - e pelo tempo - dos consumidores, especialmente os mais jovens. Videogames, DVDs, TVs em alta definição e telefones celulares têm ocupado cada vez mais a atenção do público. De quatro anos para cá, as vendas de jogos eletrônicos ultrapassaram as de ingressos de cinema. Com os filmes em 3D, os estúdios acreditam ter nas mãos uma forma de entretenimento nova e insubstituível - pelo menos enquanto as TVs não puderem reproduzir a ilusão nos home theaters domésticos.

Imagens em 3D não são exatamente uma novidade. Desde meados dos anos 50 os estúdios já experimentam a fórmula. Mas o sistema antigo nunca decolou por questões técnicas: em vez de causar encantamento nas plateias, os filmes deixavam muita gente com náusea ou tontura. A nova tecnologia digital contornou esses problemas. Ainda é necessário usar óculos especiais dentro das salas, mas eles não têm mais lentes de cores diferentes. O material usado é um polímero. Outra diferença é o uso do efeito tridimensional: nos filmes em cartaz, o recurso é usado com moderação. Nas cenas de maior impacto, a ação realmente parece acontecer a alguns centímetros do nariz do espectador - mas no restante do tempo tem-se a impressão de estar assistindo a um filme comum.

As primeiras indicações são de que os filmes em 3D têm agradado e muito o público. No Brasil, a taxa de ocupação das salas que exibem obras em 3D é superior a 70%, ante cerca de 40% da média. O número de espaços preparados para os filmes tridimensionais também tem aumentado de forma vertiginosa. No ano passado, eram menos de 20 salas preparadas para o 3D. Hoje, o número passa de 60, de um total de 2 050. A principal diferença está no sistema de projeção. O projetor tradicional, que funciona com os filmes de 35 milímetros, custa em média 200 000 reais. Para exibir filmes 3D, é necessário pagar o dobro disso. O valor inclui um projetor digital e um equipamento extra. "Com o compromisso dos estúdios de produzir mais conteúdo nesse formato, temos segurança para investir na infraestrutura necessária", diz Marcelo Bertini, presidente da rede Cinemark. Como o ingresso das sessões 3D custa normalmente 75% mais caro que a média dos ingressos cobrados no país, o investimento tem se mostrado vantajoso.

Em Hollywood, a ordem é investir com força total no mundo tridimensional. Dos seis grandes estúdios hollywoodianos, somente a Warner não tem títulos programados no padrão. A Dreamworks Animation, responsável pelas séries Shrek e Madagascar e ligada à Paramount, definiu que a partir deste ano todos os seus lançamentos terão cópias em três dimensões. Grandes diretores de cinema, como Steven Spielberg, Tim Burton e George Lucas, estão trabalhando em obras no novo formato. James Cameron, de Titanic, deve lançar em janeiro próximo Avatar, produção cujo orçamento já passou de 200 milhões de dólares. "É uma tentativa de trazer um público novo para uma experiência diferente", diz César Silva, diretor-geral da Paramount Pictures no Brasil. Até agora, os resultados são promissores. Monstros vs Alienígenas, o marco zero dessa nova diretriz da empresa, teve quase 50% de sua receita proveniente de apenas 15% das cópias exibidas em 3D. Assim como ele, a maioria dos lançamentos no padrão tridimensional são atrações para o público infantil. A animação Up – Altas Aventuras, da Disney Pixar Studios, foi a primeira da história a ser escolhida para abrir o festival de Cannes, que acontece há 62 anos. A empolgação com a tecnologia é tamanha que o presidente mundial da Disney, Jeffrey Katzenberg, chegou a descrever os filmes 3D como a terceira grande revolução da história do cinema, depois da chegada do som, em 1920, e das imagens coloridas, em 1930.

A verdade é que o fascínio dos estúdios pela novidade está mais ligado às caixas registradoras. Entre 2005 e 2008, a receita com bilheteria no mundo cresceu 21,6% e chegou a 28 bilhões de dólares. É bem menos do que o salto de 671% da indústria de games no mesmo período, que chegou a 54 bilhões de dólares. Além de aumentar o preço das entradas, o objetivo dos estúdios é oferecer uma experiência nova, que não possa ser reproduzida com uma cópia pirata baixada da internet. Mas a experiência de ver imagens em três dimensões não será um privilégio dos cinemas por muito tempo. Diversos fabricantes de equipamentos eletrônicos - entre eles LG, Panasonic, Philips e Sony - já apresentaram seus protótipos de aparelhos de televisão prontos para a exibição de imagens tridimensionais. Já é possível transmitir até mesmo imagens ao vivo em três dimensões, de jogos ou shows. A expectativa é que até o final de 2010 os primeiros lançamentos estejam nas lojas dos Estados Unidos. As próprias emissoras de televisão já estão estão testando os aparelhos e planejando os programas do futuro. É mais uma prova de que não tem volta: o futuro é 3D.

Considerações: o que podemos observar de um ponto de vista consumista é que, este mercado que se mostra em plena ascensão afeta de forma representativa a indústria cinematográfica, que outrora tenha sido "deixada para trás" pelos avanços tecnológicos, da própria rede mundial de computadores (a nossa principal viabilizadora)p. ex., dos jogos MMORPG - Massively ou Massive Multiplayer Online Role-Playing Game ou Multi massive online Role-Playing Game, que são os games de RPG online, ou FPS, tiros em primeira pessoa, a do segmento dos dispositivos móveis (celulares), que cada vez com mais recursos, tecnologia 3G, vídeo conferência, conexão em alta velocidade, equipamentos eletrônicos em geral com um elevado número de recursos, acaba por desviar a atenção, não somente dos jovens como mencionado acima, mas também daqueles que se interessam pelo universo Digital.

Além da notória evolução que se tem apresentado nas técnicas da tecnologia tridimensional, acredita-se ser uma verba bem empregada pela grandes redes de cinema, como Cinemark e UCI, dentre outras possuidoras desta, a discrepância entre um filme reproduzido por uma sala comum e uma outra estruturada para suportar esta nova tendência, é imensa, trazer o público em geral é uma iniciativa que efetivamente impulsionará e instigará aqueles que por um motivo ou outro deixaram de comparecer as telonas, trocando-as pelos seus games, celulares, TVs de HD, full HD e derivativos.

Particularmente, aprecio muito esta categoria, e como muitos outros cinéfilos, desfrutarei deste avanço do século XXI, filmes 3D, ai vamos nós...

PS. não deixemos os clássicos de lado...


terça-feira, 7 de julho de 2009

Cinema | Não acredite em tudo que você lê... (Michael Bay)


Michael Bay

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Michael Benjamin Bay (Los Angeles, 17 de Fevereiro de 1965) é um diretor e ator estadunidense. É considerado um dos piores diretores em atividade no mundo. Seus filmes se caracterizam por elevado custo de produção, roteiros rasos e atuação medíocre. Michael Bay disse publicamente que não se interessa pela fotografia, e que não faz storyboards. Devido ao sucesso de público de seus filmes, Michael Bay tem o suporte de efeitos visuais que impressionam o público, mas defasados perante os especialistas. Como exemplo cita-se Transformers que utiliza computação gráfica baseada em superfícies planas e inertes, muito inferior à dificuldade de se produzir e renderizar estruturas orgânicas, como Gollum de Senhor dos Anéis ou os Mamutes de Rolland Emmerich.

Filmografia

Diretor

Produtor


Analise. Estava eu a navegar, um hábito corriqueiro e cotidiânico (essa palavra é nova), quando me recordei de um filme que me atraiu muita atenção e adentrou no rol de meus favoritos, por alguns motivos, foi ele o Transformers, o primeiro, é eu sei que é uma vergonha só ter assistido agora depois de quase dois anos da data de seu lançamento, mas, pense bem, antes tarde do que nunca, este um daqueles filmes que você lê todos periódicos específicos sobre o assunto, se prepara para a pré-estréia, mas quando lança por um motivo ou outro você acaba não indo assistir, porém ele fica lá, arquivado no seu subconsciente, e quando menos espera já lançou o segundo da série, o que se pode fazer é correr para assistir, mas enfim, Michael Bay, voltemos a ele... (mas quando começamos?)
Quando fiz o que é de praxe no ato que deseja encontrar algo, podendo ser qualquer coisa na vida, onde se encontra algo tão milagroso assim, o centro do universo, o afamado "olho de Deus", só pode ser ele, o onipresente Google, com alguns de seus principais braços, Wikipédia (na versão brasileira), sempre que tenho dúvidas sobre determinados assuntos busco neste, e na maioria das vezes confesso que sinto-me satisfeito com o que leio, que não foi o caso desta vez.
O cara (Bay) com um curriculun cinematográfico destes de dar inveja, com obras de extremo sucesso como Pearl Harbor, Bad Boys, Armagedom e o da crista da onda, como meus professores da faculdade gostas de dizer, Transformers, entretanto, algum ser com uma insignificância psicológica, não possuidor da plenitude de suas faculdades mentais, voltada a cultura popular, denegriu a imagem daquele, mas havendo esta feita, paremos e pensemos, como um diretor deste calibre pode ser considerado um dos piores do mundo em atividade? Difícil é de acreditar.

É meus caros, por estas e outras, que, não acreditem em tudo que leiam... pode ser prejudicial a saúde, não sei a corporal, mas a mental... Ah, certeza!

Economia | "O Brasil é o país do presente"

"O Brasil é o país do presente"
Por Eduardo Salgado | 05/07/2009 - 16:04
Portal Exame


Muitos jornalistas econômicos com mais de 15 anos de profissão passaram por situações constrangedoras em seminários internacionais ao longo da carreira. Quando chegava a hora de fazer uma pergunta sobre a situação econômica do Brasil era quase certo que a resposta viria com alguma dose de ironia. "O Brasil? O eterno país do futuro" parecia ser a mensagem velada. Por muito tempo, o país foi sinônimo de inflação, de dívida, de crises em cascata, de ausência de instituições econômicas com credibilidade, de desvalorizações cambiais, ou seja, uma promessa nunca cumprida. Por tudo isso me causa uma certa estranheza a avalanche de elogios que José Juan Ruiz, o economista-chefe da divisão de Américas do Banco Santander, faz à economia brasileira. Num encontro com jornalistas latino-americanos na cidade espanhola de Santander, Ruiz disse coisas como: "O Brasil hoje é a estrela do mundo, o país do presente". A análise de Ruiz é regional, mas todos os pontos levantados por ele para justificar o bom momento da América Latina fazem sentido no caso específico do Brasil. Em resumo, o país aprendeu com os erros do passado. Ninguém hoje discute se vale ou não a pena manter a inflação sob controle ou deixar o câmbio flutuar. "Em meio à toda essa crise, o Brasil tem, pela primeira vez, um risco-país abaixo da média dos países emergentes." Além disso, o país adotou duas ações inéditas em tempos de turbulência: usou a taxa de juros como política anti-cíclica e injetou liquidez no mercado. Levando-se em conta o histórico nacional, realmente é incrível. O mundo vive a maior crise econômica e financeira em mais de sete décadas e o Brasil não está preso ao fundo do poço. "Quando falo aqui na Europa o que está acontecendo na América Latina, as pessoas não acreditam", diz Ruiz. Muitos brasileiros também não.

Post Sriptum - por estes e outros motivos, que tenho MUITO orgulho em ser brasileiro.



quarta-feira, 8 de abril de 2009

Um dia chuvoso em São Paulo

Um belo dia chuvoso, prestes a sair do trabalho, rumo aos estudos, alguns colegas de turma fizeram considerações, por intermédio de nossa corrente eletrônica de e-mails (uma maravilha da modernidade, salve o século XXI e a nova era digital), acerca do clima paulistano e das condições dos meios de transporte. 

Depois dos comentários, negativos, não dei muito ouvidos e pensei, preciso ir pra faculdade, sendo que já faltei muito estes dias, peguei o meu veículo de elite (metrô) em direção à estação Brás (trem), chegando lá me deparei com um extremo frisson (bagunça, balburdia, algazarra, zona), foi quando fiquei sabendo que os trens não estavam circulando, tinha gente sentada por toda parte, grupos nas escadas, grupos sentados no chão, na beira da linha, com as perninhas balançando para o trilho, faixa amarela? Hãm, isso não existia.

Refleti, e intrinsecamente concluí: “bom não vou esperar isso, vou é para casa.” Ônibus? Pra que ônibus, eles nem sequer estavam atravessando a Av. Anhainha Melo, resumindo, cheguei em casa às 22horas, sendo que sai às 17horas. Viva São Paulo e sua estrutura de saneamento básico.

Mas, fico me perguntando, se algum colega apto a natação profissional, ou que tenha algum bote, caiaque ou afins conseguiu chegar ao nosso destino? De fato, a dúvida paira no ar.